Bom dia! Para começar a semana com o pé direito, aqui está seu café de notícias internacionais…

Já parou para pensar que estamos na última segunda-feira do penúltimo mês do ano?

São apenas mais 38 dias até o ano novo, vale rever os planos que foram feitos para esse ano e ainda correr para concluir os que ficaram pendentes!


Frase do dia

“Don’t slow down now.”
Tradução literal: “Não diminua agora.”


📌 Significado: O pior erro é tirar o pé justamente quando a chegada está próxima.

📣 Por que importa?
Novembro e dezembro são meses que definem faturamento e reputação.

Traduzindo para o bom português… É como ver a linha de chegada e acelerar, esse é o espírito. Falta pouco. Vai!

Bom, agora que já demos o primeiro gole no café SEM AÇÚCAR, para curar a ressaca do feriado, seguimos…

📌 HOJE…

🇺🇸🤝 Trump recebe prefeito eleito de NY! Encontro quente na Casa Branca revela alinhamentos e recados políticos importantes.
📈💪 Economia dos EUA segue firme, governo descarta risco de recessão mesmo após impacto do shutdown.
📉 Microsoft patina na corrida dos chatbots, domínio no mundo corporativo não garante adoção da IA pelo público.
🕵️ Wall Street corre para avaliar impacto de megavazamento… Hack expõe fragilidades e deixa bancos em alerta máximo.
💬🦁 Coragem é o ativo mais raro do líder moderno.
Como agir com firmeza em meio a incertezas (e por que isso importa agora).
🕊️⚔️ EUA e Ucrânia revisam plano de paz!! Resposta rápida após críticas europeias muda o tom sobre concessões à Rússia.

🇺🇸🗽 Que você já viu em diversos lugares sobre Trump ter recebido o recém-eleito prefeito de NY, nós sabemos… Mas o que isso muda de fato?

U.S. President Donald Trump and New York City Mayor-elect Zohran Mamdani shake hands as they meet in the Oval Office at the White House in Washington, D.C., U.S., November 21, 2025. REUTERS/Jonathan Ernst Purchase Licensing Rights

Donald Trump recebeu Jamaal Mamdani, prefeito-eleito de Nova York e crítico declarado do governo federal, em um encontro surpreendentemente cordial na Casa Branca. A reunião, amplamente repercutida, trouxe um tom mais colaborativo do que qualquer interação anterior entre os dois. Segundo a Reuters, Trump chegou a elogiar Mamdani e disse estar disposto a “trabalhar juntos”.

Por trás da cordialidade pública, existe um cálculo estratégico: Nova York depende de verbas federais para enfrentar desafios como segurança, habitação e infraestrutura, temas em que Mamdani reconhece a necessidade de apoio. Para Trump, apoiar uma cidade governada por um adversário político pode reforçar sua imagem de líder pragmático que prioriza resultados.

O encontro manda recados maiores para além de Nova York, Trump está aberto ao diálogo com cidades administradas pela oposição, desde que exista entrega. Ele insistiu que quer “líderes que entreguem”, independentemente do partido, sinalizando que sua gestão será mais transacional do que ideológica, parceria sim, complacência não.

☕️ Brew Insight: Às vezes política é igual reunião de condomínio, você não precisa gostar da pessoa, só precisa que ela resolva o problema.
O encontro mostra que, para Trump, alinhamento ideológico importa menos do que reciprocidade. Se entregar resultado, entra. Se não entregar… a porta é ali.

📈 "Rombo de US$ 11 bi? Relaxa. A economia dos EUA segue de pé”, diz Bessent

U.S. Treasury Secretary Scott Bessent speaks to reporters at the White House in Washington, D.C., U.S., November 5, 2025. REUTERS/Kevin Lamarque/File Photo Purchase Licensing Rights

O secretário do Tesouro, Scott Bessent, deixou claro que o shutdown de 43 dias, que custou US$ 11 bilhões, não abalou a economia americana como um todo. Alguns setores mais sensíveis, como habitação, sentiram o impacto… mas, segundo ele, nada que indique risco de recessão no horizonte.

Bessent reforçou que o governo Trump está priorizando preços mais baixos e medidas para aliviar o bolso do consumidor, especialmente depois de dados mais fracos de confiança e uma queda recente no ritmo da indústria. Mesmo assim, ele está otimista: Chamou 2026 de um possível “ano blockbuster” para crescimento econômico.

Medidas recém-aprovadas para reduzir tarifas e destravar importações devem ajudar no impulso ainda em 2025. A visão dele é simples. Se o Congresso não travar tudo de novo, os EUA entram em 2026 com motor ligado e acelerando, não freando.

☕️ Brew Insight: Quando o Tesouro diz que não vê recessão, pode não ser só promessa, pode ser um raio-X privilegiado. Quem olha só para manchete perde a visão completa; Quem está prestando atenção no Bessent está entendendo que o jogo dos próximos meses pode ser menos “crise” e mais “ajuste de rota”.

🧠 Microsoft quer liderar a corrida da IA, mas transformar hype em uso real está virando uma subida íngreme

Microsoft CEO Satya Nadella speaks at Microsoft Build AI Day in Jakarta, Indonesia, on April 30, 2024. Adek Berry | AFP | Getty Images

A Microsoft domina o mercado corporativo como poucas empresas no mundo, 80% das gigantes listadas na Fortune 500 usam seus produtos. Mas quando o assunto é fazer essas mesmas empresas adotarem chatbots de IA no dia a dia, a conversa muda de figura.

O relatório mostra que a maior barreira não é tecnologia, e sim comportamento: Empresas ainda têm medo de expor dados, receio com segurança, dificuldade de treinar colaboradores e, principalmente, incerteza sobre ROI. O resultado? Muito interesse… pouca adoção real.

Além disso, a Microsoft enfrenta um problema curioso: Concorrência “dentro de casa”. Muitos clientes dizem estar testando IA da OpenAI, da Google e de startups ao mesmo tempo, buscando “o que funciona primeiro” antes de cravar um padrão corporativo.

E, para piorar, o mercado está ficando mais sensível a custos. Cada dólar gasto precisa voltar em produtividade concreta, o que força a Microsoft a oferecer descontos, flexibilizar contratos e provar eficiência rapidamente. O hype existe. O uso “massivo” ainda não.

☕️ Brew Insight: A Microsoft está descobrindo o que todo gestor já sabe: Não adianta ter a melhor ferramenta se o time não muda o jeito de trabalhar. Adotar IA não é comprar software, é revisar processos, treinar gente e encarar o desconforto do novo. É como comprar uma cafeteira de R$ 2.000 e continuar fazendo café solúvel…

👾 Bancos de Wall Street correm para medir estrago após mega-hack de empresa imobiliária!

The JPMorgan Chase global headquarters is seen on November 13, 2025, in New York City. Angela Weiss/AFP/Getty Images

Uma falha de segurança na empresa de serviços imobiliários SitusAMC, que atende mais de 1.500 instituições, expôs dados sensíveis usados por grandes bancos, entre eles JPMorgan Chase e Citi. A companhia confirmou que houve acesso não autorizado a registros e documentos de clientes, mas afirmou que o incidente está “contido” e que não houve ransomware.

O problema colocou o sistema bancário em alerta! Ainda não está claro quais bancos tiveram dados acessados nem qual o volume de informações comprometidas. A investigação liderada pelo FBI segue em andamento. A preocupação agora é entender se o ataque pode gerar efeitos indiretos no setor financeiro, conhecido por sua alta interdependência entre fornecedores e parceiros tecnológicos.

Especialistas destacam que o caso reforça um ponto sensível, a segurança do setor financeiro depende não apenas dos bancos, mas também de seus fornecedores. Segundo analistas, quando um desses elos falha, o impacto pode se espalhar rapidamente, um lembrete de que resiliência digital é, cada vez mais, uma responsabilidade coletiva.

☕️ Brew Insight: Quando o fornecedor espirra, Wall Street pega gripe. O caso da SitusAMC mostra que, no mundo financeiro, o risco às vezes vem de onde menos se espera, aquela peça minúscula da engrenagem que ninguém vê… até quebrar.

💬 Empreendedorismo & Curiosidades

Líderes que vencem não esperam o caos passar, eles avançam dentro dele 🦁

A Harvard Business Review trouxe um artigo poderoso defendendo que momentos de incerteza, política, econômica e tecnológica, não devem paralisar líderes. Pelo contrário. São justamente esses períodos que separam quem lidera de quem apenas reage.

Segundo o artigo, em tempos turbulentos, muitos executivos congelam, evitam decisões difíceis, tentam “esperar a poeira baixar” ou se retraem para proteger seus cargos. Só que a pesquisa mostra o oposto: Empresas que crescem em momentos caóticos têm líderes que assumem riscos calculados e agem com coragem estratégica.

Na prática, isso significa menos burocracia desnecessária, mais agilidade, mais capacidade de reagir rápido ao mercado e times que tomam decisões sem depender de aprovações infinitas. É o antídoto perfeito para um ambiente de negócios que muda antes mesmo de você terminar seu café.

Coragem aqui não tem nada a ver com impulsividade.
Tem a ver com clareza, intenção e principalmente ação enquanto outros travam.

O artigo traz 5 comportamentos observados em líderes que prosperam na incerteza entre eles:

  • Tomar decisões antes de ter 100% das informações (Vale ressalva para olhar com cuidado esse tópico).

  • Proteger a visão de longo prazo mesmo quando o curto prazo pressiona.

  • Assumir riscos que destravam crescimento, ao invés de apenas defender posição.

  • Encarar conversas difíceis imediatamente, não empurrar para depois.

  • Agir apesar do medo, não fingir que ele não existe.

☕️ Brew Insight: Coragem não é ausência de medo. É agir apesar dele.
E no mercado, quem decide rápido enquanto outros esperam… abre vantagem exponencial.

🕊️ EUA e Ucrânia revisam plano de paz após pressão europeia, mas divergências continuam

Ukraine’s Andriy Yermak and US secretary of state Marco Rubio after discussions in Geneva on a US proposed peace plan. Photograph: Martial Trezzini/AP

Os EUA e a Ucrânia anunciaram um plano de paz “atualizado” para encerrar a guerra com a Rússia, logo depois que países europeus criticaram a primeira versão por conter pontos considerados pró-Rússia. A mudança veio após vazamentos e desconfortos públicos entre Kiev e Washington.

A nova proposta, apresentada em Genebra, deixa claro que qualquer acordo deve fortalecer a soberania ucraniana, mas ainda há tensões. Enquanto Washington adota tom mais pragmático, parte da Europa quer um plano que obrigue a retirada completa das tropas russas das áreas ocupadas, algo que os EUA não colocaram de forma explícita.

Outro ponto sensível: O documento europeu sugere monitoramento sob “supervisão dos EUA” após o cessar-fogo, enquanto a versão americana evita detalhar quem controlará o processo. Também há divergências sobre a adesão da Ucrânia à OTAN, tema ausente no texto europeu.

No final, uma coisa ficou evidente: Há consenso sobre tentar um novo caminho diplomático, mas não sobre qual caminho seguir e cada proposta expõe uma fratura diferente entre EUA, Ucrânia e União Europeia.

🔗 Leia aqui

☕️ Brew Insight: “Paz” sempre parece simples quando lida no papel, mas cada vírgula muda vidas. Aqui, o que estamos vendo é menos sobre diplomacia ideal e mais sobre quem paga a conta de cada concessão.

E aí, você realmente acha que vai ter recessão?
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