
BOM DIA E UMA EXCELENTE LEITURA NESSA TERÇA

☕ Frase do dia
“Consistency is a strategy, not a mood.”
Tradução literal: “Consistência é uma estratégia, não um estado de humor.”
📌 Significado: Você não precisa estar inspirado para fazer o certo, apenas comprometido.
📣 Por que importa?
A vida não recompensa quem age no impulso, mas quem aparece todos os dias, mesmo quando não quer.
📌 HOJE…
📦 Amazon batendo recorde de expansão logística enquanto o varejo tenta acompanhar.
🏛️ Suprema Corte dos EUA volta ao centro do debate com decisão que pode impactar o cenário eleitoral.
🔥 Americanos estão usando calor de mineração de bitcoin para aquecer casas e empreendedores já transformam isso em negócio.
🥇 Ricos estão alugando suas barras de ouro para gerar renda extra em meio aos preços históricos do metal.
💬 O poder da escrita clara nos negócios, empreendedores descobrem que comunicar bem virou vantagem competitiva.
🇩🇪 Premiê alemão causa polêmica ao comparar Alemanha com o Brasil e dizer que ficou “aliviado” ao deixar Belém.
🇺🇸 Big Techs pisam no acelerador: Amazon prepara emissão de US$ 15 bi para IA
Amazon logo is seen in this illustration created on February 11, 2025. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo Purchase Licensing Rights
A Amazon vai emitir US$ 15 bilhões em títulos de dívida, sua primeira captação em dólar nos EUA em três anos, para reforçar sua infraestrutura de inteligência artificial. A oferta, dividida em seis partes, atraiu cerca de US$ 80 bilhões em pedidos, mostrando como o mercado continua confiante na capacidade das big techs americanas de gerar caixa.
Os recursos poderão ser usados para:
• novos investimentos (capex = gastos que expandem infraestrutura, como data centers),
• aquisições estratégicas,
• e recompras de ações.
A movimentação coloca a Amazon em linha com outras gigantes que também abriram o caixa nas últimas semanas:
• A Meta fez a maior emissão de sua história (US$ 30 bi);
• A Oracle deve levantar cerca de US$ 15 bi;
• E, segundo o Morgan Stanley, Meta, Amazon e Alphabet devem investir US$ 400 bilhões em IA só este ano.
A Amazon, que já deve gastar cerca de US$ 125 bilhões em investimentos nesta área em 2025, tenta recuperar espaço no mercado de nuvem. O acordo de US$ 38 bilhões com a OpenAI foi um passo decisivo para reposicionar a AWS e ganhar fôlego frente à Microsoft e ao Google.
Insight: Na corrida global da IA, quem escala primeiro domina depois. E as big techs americanas estão mostrando que, quando o assunto é investir pesado, ninguém compete com elas, nem de longe.
🏛️ Suprema Corte dos EUA revisará poder do governo Trump para limitar pedidos de asilo
Drivers cross northward through the Dennis DeConcini Port of Entry in Nogales, Sonora, Mexico, January 24, 2025. REUTERS/Rebecca Noble/File Photo Purchase Licensing Rights
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu reavaliar, a partir de um recurso do governo Trump, até onde o país pode ir para restringir a entrada e o processamento de pedidos de asilo na fronteira com o México.
O caso gira em torno da antiga política de metering, que permitia que agentes de imigração limitassem, ou até paralisassem o número de solicitações quando os postos de entrada estivessem sobrecarregados. A medida, criada ainda no governo Obama e formalizada no primeiro mandato de Trump, foi revogada por Joe Biden em 2021, mas a atual administração já indicou que poderia retomá-la.
Agora, a Suprema Corte analisará se interromper o processamento de pedidos na fronteira viola a lei federal, que determina que qualquer não-cidadão que “chega aos EUA” tem direito de solicitar asilo ao ser inspecionado por um oficial de imigração.
A decisão final deve sair até junho de 2026, e pode redefinir o alcance do poder federal sobre políticas migratórias em períodos de alta pressão.
Insight: Nos EUA, imigração não é só política é segurança nacional, diplomacia e capacidade operacional.
Quando a Suprema Corte fala, não é apenas uma disputa jurídica, é a redefinição das regras para o país lidar com crises migratórias cada vez mais complexas.
₿ O inverno dos EUA agora tem um novo aquecedor… O Bitcoin
A bitcoin mining rig used to heat a 2,400 square foot building.
O frio começou a apertar nos EUA e, em algumas cidades, americanos estão aquecendo suas casas usando calor gerado por máquinas de mineração de bitcoin.
Sim, literalmente: Minerar bitcoin → gerar calor → aquecer ambientes.
A lógica é simples… Mineração de criptomoedas usa muito processamento, e todo esse esforço computacional libera calor que normalmente seria desperdiçado. Segundo a consultoria K33, a atividade gera 100 TWh de calor por ano, energia suficiente para aquecer todo o território da Finlândia.
Empreendedores viram oportunidade. Já existe um aquecedor doméstico de US$ 900 que também minera bitcoin, Algumas casas redirecionam o calor das rigs pela ventilação e pequenos mineradores estão usando máquinas antigas para reduzir gastos com energia no inverno.
Em Challis, Idaho, empresas locais estão colocando o conceito em prática. Um lava-rápido usa o calor das rigs para derreter neve e aquecer a água. Uma empresa de concreto economiza cerca de US$ 1.000 por mês ao aquecer um tanque industrial usando calor de mineração.
Nem todo mundo está convencido. Especialistas apontam que a eficiência energética varia muito, e que minerar bitcoin em casa dificilmente será lucrativo ou prático para a maioria das pessoas. Mas a ideia de “capturar calor digital” está ganhando tração em universidades e projetos pilotos, especialmente em climas frios.
Insight: O que antes era apenas “energia desperdiçada” está virando um novo micromercado americano, unindo criptografia, calor e eficiência energética.
Ainda é cedo, mas o conceito aponta para algo maior, o futuro onde sistemas digitais e físicos se integram, criando valor duas vezes com o mesmo consumo de energia.
🟡 Os milionários descobriram um jeito de fazer o ouro pagar as contas. Literalmente…
Gold bars at the precious metal dealer Pro Aurum. Sven Hoppe | Picture Alliance | Getty Images
Já pensou em ganhar dinheiro emprestando ouro???
Com o ouro nas máximas do ano, muita gente rica decidiu parar de deixar barras paradas em cofres. A nova moda é alugar para refinadores e joalherias que usam o metal todos os dias. Eles pegam o ouro emprestado, trabalham com ele e devolvem a mesma quantidade depois e o investidor recebe juros. Ou seja, o ouro continua sendo dele, mas agora rende.

O método ganhou força porque ficou caro demais para as empresas financiarem estoque com bancos tradicionais. E para os investidores, virou uma forma de gerar renda sem vender nada. Ainda existe risco, claro, quem empresta depende da devolução perfeita do metal, mas as plataformas passaram a usar seguros e auditorias para reduzir o problema.
Insight: Quando um ativo fica caro demais para ficar parado, os ricos encontram um jeito de fazê-lo trabalhar.
💬 Empreendedorismo & Curiosidades
✍️ O truque dos melhores empreendedores? Escrever como gente normal.

A Harvard Business Review analisou a escrita de grandes líderes e encontrou um padrão curioso: Quem cresce mais rápido costuma escrever de forma mais simples. Nada de frases enormes, palavras rebuscadas ou aquele “corporativês” que ninguém usa na vida real. Bons empreendedores escrevem “como falam” direto, claro e com foco no que realmente importa.
Isso ajuda porque reduz ruído. A equipe entende mais rápido, os projetos andam com menos idas e voltas, e os clientes sentem segurança. A escrita vira quase um superpoder operacional: Seus e-mails movem decisões, suas apresentações engajam, suas propostas vendem melhor.
E o mais interessante é que o cérebro do leitor agradece. Estudos mostram que quando o texto é leve, o leitor sente que o autor é mais inteligente, não o contrário. Clareza não é falta de profundidade; é domínio.
🔗Veja aqui
Insight: No fim das contas, escrever bem é só trocar ego por entendimento. É isso que diferencia quem fala bonito de quem move negócios.
🇩🇪 O comentário polêmico do premiê alemão sobre o Brasil… E por que isso importa pouco

AFP via Getty Images
Durante um evento na Alemanha, o primeiro-ministro alemão fez uma comparação infeliz entre Alemanha e Brasil e contou ter ficado “aliviado” ao deixar Belém depois de uma viagem recente. A fala gerou barulho nas redes, como sempre, mas o próprio governo alemão tratou de baixar a temperatura e dizer que não havia qualquer crítica diplomática ao Brasil.
O ponto é que, apesar do comentário atravessado, Alemanha e Brasil seguem alinhados em temas importantes, especialmente clima, energia e desenvolvimento econômico. Ou seja: Mais barulho na internet do que impacto real na vida prática.
Insight: Nem toda frase mal colocada vira crise. Às vezes, é só mais um lembrete de que política internacional também tem seus “fora de timing”.
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