
☕ Frase do dia
“Risk is the rent you pay for opportunity.”
Tradução literal: “Risco é o aluguel que você paga pela oportunidade.”
📌 Significado: Toda chance cobra um preço, o risco é o custo de entrada para quem quer jogar o jogo das oportunidades. Não existe ganho sem exposição, nem avanço sem desconforto.
📣 Por que importa?
Em tempos de volatilidade, quem entende o risco como parte do contrato se posiciona antes da maré virar. O mercado não premia os covardes, mas pune os imprudentes, a diferença é cálculo.
📌 HOJE…
🇺🇸 Congresso dos EUA avança em acordo e deve encerrar o shutdown mais longo da história.
🛡️ Senado dos EUA rejeita limitar ação militar na Venezuela, reforçando o poder executivo e acendendo alertas no mercado sobre possíveis impactos geopolíticos.
🤖 Acionistas da Tesla votam pacote de remuneração para Elon Musk que o tornaria trilionário e a discussão sobre poder corporativo e governança esquenta.
🚗 Quase um em cada três carros novos vendidos na Califórnia já é elétrico e o Brasil ainda engata a primeira marcha rumo à mobilidade verde.
💬 Estudo global revela que 68% dos fundadores de startups bem-sucedidas dormem mais de 7 horas por noite e o sono virou o novo ativo da performance.
🌍 EUA e China transformam o debate climático em palco de poder econômico, quem dominar a tecnologia verde, domina o futuro.
🇺🇸 Congresso dos EUA avança em acordo e deve encerrar o shutdown mais longo da história.
PHOTO: ERIC LEE/NYTIMES
Após mais de 35 dias de paralisação, o Senado americano iniciou uma votação relâmpago para aprovar um acordo bipartidário que deve colocar fim ao shutdown mais longo da história dos Estados Unidos. O texto prevê a liberação temporária de recursos para manter o governo funcionando até fevereiro de 2026, enquanto democratas e republicanos seguem negociando o orçamento definitivo.
A medida evita novos atrasos salariais e reabre serviços essenciais, mas não encerra o impasse político que colocou Washington no centro das atenções globais. O mercado reagiu com alívio moderado. O dólar recuou levemente e os rendimentos dos Treasuries voltaram a cair, à medida que investidores apostam em estabilidade institucional após semanas de incerteza.
Insight: O shutdown não é apenas um drama político, é um lembrete de como a confiança fiscal dos EUA ainda é o principal pilar do sistema financeiro mundial. Quando o governo americano para, o mundo desacelera junto.
🛡️ Senado dos EUA rejeita medida para limitar ação militar contra a Venezuela, sinal de poder intacto para o presidente.
jim lo scalzo/epa/shutterstock/Shutterstock
O Senado americano rejeitou por 49 × 51 uma resolução que pretendia impedir o presidente Donald Trump de ordenar operações militares na Venezuela sem autorização do Congresso. A votação dividiu republicanos, com apenas dois, Rand Paul e Lisa Murkowski, apoiando junto aos democratas.
O contexto: Mais de 60 “narcoterroristas” mortos em ataques a barcos vinculados ao narcotráfico desde setembro.
Apesar do recuo público de intenções de invasão, especialistas vêem o resultado como reforço da autoridade executiva americana para operar em regiões-chave da América Latina, elevando tensões geopolíticas e levando mercados a questionar futuros impactos sobre petróleo, câmbio e risco-emergente.
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Insight: Decisões de política externa raramente se limitam à diplomacia, elas moldam fluxos de capital, preço de commodities e percepção de risco. Entender geopolítica é ler o mapa antes que o mercado trace o caminho.
🤖 Acionistas da Tesla, Inc. votam pacote de remuneração de até US$ 1 trilhão para Elon Musk e o debate vai além de salário.
A Tesla convocou acionistas para decidir se aprovarão o maior plano de remuneração executiva da história corporativa de até US$ 1 trilhão em ações para Elon Musk condicionadas ao alcance de milestones como vendas de 20 milhões de carros, 1 milhão de robôs e valuation de US$ 8,5 trilhões até 2035. Uma votação que redefine não só pay-package, mas a governança de megacorporativas.
Na véspera da decisão, fundos de pensão e advisory firms como a Institutional Shareholder Services manifestaram profunda preocupação sobre controle excessivo de um único executivo e diluição de acionistas. O mercado acompanha não só o desfecho, mas o que ele sinaliza sobre poder em empresas de tecnologia.
Insight: Quando a recompensa não é só por lucro, mas por transformação radical, o cheque vira contrato de risco. Para investidores e empreendedores, a lição é clara, o megaprojeto movimenta mais do que capital, ele remodela expectativas, controle e narrativa corporativa.
🚗 Quase um em cada três carros novos na Califórnia já é elétrico e o futuro acelera mais rápido que o trânsito de LA.
A Califórnia alcançou um novo recorde: 29,1% dos carros novos vendidos no estado em 2025 são de emissão zero, entre elétricos e híbridos plug-in. O dado reforça o papel da região como referência global em mobilidade limpa e pressiona outras economias a acelerar sua transição energética. O estado já planeja banir a venda de veículos a combustão até 2035, transformando a vitrine americana de consumo em um laboratório verde de políticas públicas.
Além do impacto ambiental, a mudança está redesenhando o ecossistema industrial. Concessionárias se adaptam, fabricantes expandem linhas de produção e investidores buscam startups que unem tecnologia e sustentabilidade. A corrida elétrica virou questão de economia, não apenas de consciência.
Enquanto isso, o Brasil ainda engata a primeira marcha. Em 2025, menos de 5% dos carros novos vendidos no país são elétricos ou híbridos, segundo a ABVE. A combinação de preços altos, infraestrutura limitada e impostos desiguais freia a adoção em larga escala. Mas o interesse cresce montadoras como BYD, GWM e Volkswagen já anunciaram novas fábricas e incentivos para produção local, sugerindo que a estrada elétrica por aqui pode demorar, mas está pavimentada.
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Insight: Quando inovação vira hábito, o futuro deixa de ser tendência e passa a ser estatística. A Califórnia mostra que políticas consistentes e incentivos certos podem acelerar o que o mercado sozinho levaria décadas pra fazer.
💬 Empreendedorismo & Curiosidades
O quanto você acha que o seu sono impacta na sua vida?

68% dos fundadores de startups bem-sucedidas dormem mais de 7 horas por noite e isso muda tudo. Um novo estudo da Harvard Business Review analisou o comportamento de mais de 3.000 fundadores de startups em 20 países e chegou a uma conclusão que desmonta um dos mitos mais antigos do Vale do Silício, o do empreendedor que “não dorme”. 68% dos fundadores de empresas que superaram US$ 10 milhões em valuation dormem, em média, 7 a 8 horas por noite.
Segundo a pesquisa, o sono adequado está diretamente ligado à tomada de decisão estratégica, regulação emocional e resiliência em períodos de crise. Em outras palavras, descansar é tão importante quanto captar investimento. A fadiga constante, ao contrário do que muitos acreditam, reduz a capacidade de foco e aumenta em até 40% os erros de execução em startups em estágio inicial.
O relatório ainda aponta que as empresas lideradas por fundadores com hábitos de sono estáveis apresentam 20% mais chances de alcançar rentabilidade sustentável. O que antes era visto como fraqueza virou ativo de performance e agora, dormir bem é quase uma vantagem competitiva.
Insight: O novo empreendedor de alta performance não é o que vira noites, é o que entende que disciplina também mora no descanso. Dormir deixou de ser pausa e virou parte da estratégia.
Mas e você, tem dormido mais de 7h por noite, ou acha que essa estratégia não se aplica a realidade do Brasil?
🌍 Mudanças climáticas deixam de ser pauta ambiental e viram disputa de poder entre EUA e China.

Na COP30, em Belém, o debate climático expôs uma disputa que vai muito além do meio ambiente. EUA e China, os dois maiores emissores do planeta, agora competem também pelo controle da economia verde. Enquanto Washington aposta em incentivos bilionários para energia limpa, Pequim investe pesado na produção de painéis solares, carros elétricos e minerais estratégicos.
Por trás dos discursos sobre sustentabilidade, há uma corrida por influência geopolítica. Quem dominar as tecnologias de descarbonização dominará o próximo ciclo de crescimento global. A guerra fria do século XX era movida por armas; a do século XXI é movida por baterias e políticas ambientais.
Insight: O mundo aprendeu que clima é economia. Quem enxerga carbono como ativo e sustentabilidade e estratégia não está salvando o planeta, está ocupando o futuro.
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